Um novo Google vem por aí…

Agosto 31, 2007

Em matéria publicada no Jornal do Comércio na página 8, editoria de Economia do dia 31 de Agosto, sexta-feira, um destaque para a tecnologia. Em contribuição a matéria da Mireli que fala sobre o Sky, uma novo canal no google, outra informação encontrei na matéria que destaca parte do conteúdo da palestra que ocorreu na Ufrgs (quinta-feira, dia 30) com o gaúcho Nelson Mattos, recém-nomeado vice-presidente de Engenharia da Google para Europa, Oriente Médio e Ásia que segundo consta falou sobre os próximos desafios da companhia em escala global.

            De acordo com a matéria a Google pretende oferecer alternativas mais simples em seu buscador para realizar pesquisas referentes a arquivos de som, vídeo e imagens. “ Hoje,encontramos principalmente arquivos de texto. Queremos oferecer o memso serviço em outras mídias, unindo tudo em uma mesma interface” explicou Mattos para o/a repórter do Jornal. Ele salienta que a Google Imagens e o portal Youtube já cumprem esse papel satisfatoriamente, porém em ambientes distintos.

            A idéia é criar um sistemas de respostas com o formato semelhante ao concorrente Yahho!Respostas. A google pretende apresentar um sistema que reúna respostas e utilidades do mundo inteiro. Segundo consta na matéria, o desafio é traduzir as informações para dezenas de línguas e organizar com desenvoltura o material, disponibilizando em milhares de web sites. Como sabemos ambos os projetos já existem, mas com um volume de informações pequeno. A popularização ainda não tem data para acontecer ,as conforme informou o palestrante “ será um trabalho contínuo de evolução”.

            Outro dado é que a questão da privacidade também está na pauta.  A Google estuda uma maneira de dar autonomia aos usuários em retirar informações pessoais que geralmente ficam armazenadas em sites de empresas. O gaúcho de 47 ans formado na Ufrgs, diz que esses desenvolvimentos não acontecem em apenas um laboratório, são fragmentos nos diversos locais de pesquisa espalhados pelo mundo. Cada um contribui de alguma forma para a melhoria dos sistemas. O Google conta com centros de desenvolvimento em todos os continentes, que tocam projetos locais e contribuem para as estratégias globais.

Valeu pessoal, um bom final de semana a todos…  

Juliana S. – Acadêmica de Jornalismo


O Céu é o limite? Não para o Google!

Agosto 28, 2007

Ainda no assunto da cauda longa, pelo qual eu fiquei fascinada quando finalmente entendi o quer era (!), trouxe então pra presenteá-los (e para que as profes n esqueçam q um dia eu postei no blog) um novo brinquedinho do Google (claro neh, só podia).

Pois é, depois do episódio do dia 23 de fevereiro de 1987, retratado no livro, que reduziu a tênue linha divisória entre o trabalho dos profissionais da astronomia e dos amadores, agora o Google, após o boom do sedutor Google Earth terá um novo recurso chamado Sky. Esse serviço, uma espécie de telescópio virtual, tem a pretensão de transformar em astrônomos amadores milhões de internautas que, por não ter outro hobby ou por algum outro motivo ainda não identificado, gostam de observar o firmamento.

Com o Google Earth, o Google ofereceu aos internautas uma visão com capacidade de zoom até o nível de rua em alguns locais. Agora com o Sky, que é o aprimoramento Google Earth por especialistas no setor, irá permitir que se possa chegar mais perto de 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias, partindo de uma visão do céu igual a que temos aqui na Terra.”Nunca antes um guia de todo o firmamento esteve disponível de maneira tão ampla”, disse a doutora Carol Christian, do Space Telescope Science Institute, que chefiou a equipe do Sky, que disse também: “O Sky do Google Earth fomentará e promoverá uma nova compreensão do Universo ao levá-lo aos computadores de todas as pessoas”.

Além das visualizações já anunciadas, o serviço criou camadas diferentes que mostrarão a vida de uma estrela, constelações, imagens de alta resolução fornecidas pelo telescópio espacial Hubble e um guia de galáxias para os usuários, para que todos possam entender o que estão visualizando. O texto que explica as novidades da nova versão do Google Earth é para nenhum projetista de ambientes ou arquiteto botar defeito “Afinal, a Terra não está no meio do vácuo. Isso seria um lamentável desperdício de espaço.”

O Sky já está disponível em todos os domínios do Google Earth, DE GRAÇA e em 13 idiomas, desde quarta 22/08. Os que estiverem a fim de dar uma conferida terão de baixar a mais recente versão do Google Earth (4.2), em http://www.earth.google.com

 Mireli Santos


Cauda Longa – pontos de discussão

Agosto 27, 2007

Daniele Lazzarotto Preparei um post ontem sobre a Cauda Longa, mas a Sílvia me ganhou e postou antes do que eu. Mas, em todos os casos, para não perder o trabalho, estou postando aí um pequeno resumo, o link que eu havia prometido dos Lonely Island e alguns pontos de discussão.

CAUDA LONGA – CHRIS ANDERSON – CAPÍTULO 5

    

Bom, haviam poucas testemunhas da apresentação do nosso grupo (Dani, Silvia e Neila) na aula do dia 24.08. Por isso, para quem não teve a oportunidade de estar presente na segunda metade da aula eu estou postando aqui um pequeno resumo para facilitar o entendimento.

-          O fenômeno da “Cauda Longa” pode ser resumido como a mudança do modelo atual de “mercado de massa”, através do crescimento cada vez maior dos “mercados de nicho”. Segundo o autor Chris Anderson, esta mudança é estimulada pelo barateamento das tecnologias que permitem que todo cidadão produza seu material, e distribua-o para um grande número de pessoas (por exemplo, o custo para produzir um vídeo e torná-lo público, há 15 anos atrás, era algo completamente exorbitante para cidadãos comuns. Hoje um número cada vez maior de pessoas faz isso o tempo todo com suas câmeras digitais, cabos USBs e conexões com a internet).

Estas novas tecnologias libertaram a sociedade da dependência de grandes corporações, que, por muito tempo, determinaram o que valia a pena, ou não, para ser divulgado na grande mídia, já que a distribuição massiva dos materiais exigia um investimento milionário, e certamente os grandes empresários não investiriam em algo que pudesse lhes trazer prejuízo. Com esta pré-seleção, o mercado ficava tomado somente de produtos “vendáveis” destinados para uma massa que deveria ter os mesmos hábitos de consumo. Porém, este modelo de mercado simplesmente deixava de considerar a existência de milhares de consumidores que simplesmente não se encaixam no perfil estereotipado de “massa”.

Na internet, o preço de distribuição de materiais é bastante acessível e o número de pessoas que podem ser potencialmente atingidas pelas mensagens é infinitamente maior do que a audiência das maiores emissoras de TV do mundo. Assim, através do uso da internet como meio de distribuição, muitos trabalhos que não teriam se quer chance de serem produzidos no mercado tradicional, ganharam seu espaço. Foi a internet que confirmou para o mundo que havia, sim, um mercado ativo para consumir materiais alternativos, mostrando a existência de um “nicho”de mercado que se aplica a outros grupos que não à tradicional “massa”.

Como neste modelo de mercados de “nicho”, possibilitado pelas novas tecnologias, quase não há custo de produção, distribuição, armazenagem dos produtos, manutenção de pontos de venda, funcionários, impostos, etc. a comercialização de qualquer material tornou-se lucrativa, mesmo que ele fosse vendido em pouca quantidade e em grandes intervalos de tempo. A grande prova disto é que muitas empresas têm um enorme lucro com a comercialização deste material, como, por exemplo, a amazon.com, a lulu.com dentre outros sites de comercialização pela internet.

            O fenômeno da cauda longa ainda é estimulado por outros “co-fenômenos” da cultura contemporânea, como por exemplo, a “cultura da exposição”, motivo pelo qual milhões de pessoas, mesmo sem ter se quer uma esperança de lucro financeiro, continuam mantendo seus materiais disponíveis na internet (blogs, flogs, vídeos, músicas, etc). O lucro financeiro é substituído pelo lucro de “reputação”. Assim, quanto mais próximo do mercado da cauda (nichos), maior é a possibilidade de os produtores terem de manter uma segunda ocupação que lhes garanta dinheiro.

       

LINK PROMETIDO NA APRESENTAÇÃO

Fomos o segundo grupo a falar sobre o livro Cauda Longa, e nós exemplificamos o fenômeno de distribuição de material pela net a partir do caso “The Lonely Island”, citado pelo o autor Chris Anderson, no capítulo 5. Este trio ficou famoso no mundo todo com seus vídeos de humor feitos em casa e distribuídos através da internet. Como os vídeos que nós levamos na aula não funcionaram legal, quem quiser conhecer o grupo pode acessar o site www.thelonelyisland.com. Neste endereço todos os filmes são em inglês. No you tube é possível encontrar alguns com tradução.

PONTOS PARA DISCUSSÃO

 

Na aula surgiram alguns pontos de discussão que eu gostaria de levantar aqui para o grande grupo:

- Como vocês vêem o desenvolvimento do fenômeno da “cauda longa”, aqui na nossa realidade de mercado interiorano? Nós, comunicadores devemos nos animar, ou nos preocupar com este fenômeno?

    


Cauda longa

Agosto 27, 2007

Sílvia Volkweis – Olá colegas!!!! Vim postar no blog algumas coisas sobre cauda longa, que foi a parte que coube ao nosso grupo e como fomos as últimas a apresentar mta gente já tinha saído…. O trabalho é um complmento ao trabalho da Joana e da Márcia. Aí abaixo está a definição da Wikipedia para a Cauda Longa: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa

“No mercado do consumo de bens, é vulgar encontrar curvas deste tipo para ilustrar a procura dos consumidores. Tipicamente, procura elevada para um conjunto pequeno de produtos e procura muito reduzida para um conjunto elevado de produtos. Na Economia Tradicional, os custos fixos de manutenção de estoques e catálogos, permitem calcular um valor para a procura que define a fronteira entre o lucro e o prejuízo.

No caso da Nova Economia, este raciocínio é colocado em causa, muito particularmente no caso dos produtos digitais. Por exemplo, o custo de manutenção de um produto muito procurado é igual ao custo de manutenção de um produto procurado apenas por um número mínimo de consumidores.

Apostar na Cauda Longa, torna-se economicamente interessante, ao contrário do que acontecia antes. No limite, o conjunto dos produtos que existem na zona da Cauda Longa têm um valor comercial equivalente aos dos produtos populares.

Exemplos:

  • Na Amazon é possível encontrar livros que são procurados por milhares de consumidores mas também livros que são procurados apenas pontualmente por nichos pequenos de consumidores. Ao contrário do que acontece numa livraria real, os custos associados à manutenção em exposição de produtos muito pouco procurados são iguais, da mesma forma ocorre com o ITunes em relação as lojas físicas de cd´s. “

 A Wikipédia (enciclopedia virtual que conta com colaboradores voluntários de todo o mundo e de todos os tipos, especialistas e amadores) é um exemplo de como a a rapidez da Internet pode ser útil. O próprio autor do livro sobre Cauda Longa, Chris Anderson, escreveu que antes mesmo de o seu livro estar pronto, já havia uma definição sobre Cauda Longa na Wikipédia. É claro que ela não pode ser nossa única ferramenta de pesquisa, pode ser a primeira, mas não a última, devido a essa heterogeneidade que existe entre os colaboradores dessa enciclopédia virtual. Porém, não podemos esquecer que em um comparativo entre a Wikipédia e a Britânica (levando em consideração o número de verbetes que cada uma tem) a porcentagem de erro é quase a mesma. 

Aí vai o link de um blog onde encontrei uma postagem sobre os erros da Britânica corrigidos pela Wikipédia: http://papagallis.com.br/2007/07/24/erros-na-enciclopedia-britanica-sao-corrigidos-na-wikipedia/


TEMPESTADE PERFEITA

Agosto 26, 2007

oi pessoal!!!

nessa semana falaremos sobre o fenomeno do “wikinomics”… nosso grupo abordadrá como essas mudanças tecnologias afetaram a vida de todos, criando a tempestade perfeita, que é um misto de inovação, diversidade , tecnologia, demografia e geografia.

Fala-se tambem em redes de cooperação, uma ideia muito interessante, inclusive para nós comunicadores. Atraves de uma rede de cooperação podemos ajudar uns aos outros profisionalmente e assim render muito mais(falando financeiramente agora…hehehe)

No mais, um bom final de semana a todos

Carol Viana


Futuro da profissão e do Curso

Agosto 24, 2007

A nossa principal temática no componente de Seminário I, as novas tecnologias e a comunicação, com todas suas aplicabilidades, não deve ficar restrito as nossas aulas, ou apenas aos dois créditos desta disciplina.

Uma grande preocupação minha é com o futuro, não somente das nossas profissões, mas sim do próprio curso (Comunicação Social) em todas suas habilitações. Se nossas universidades não se voltarem e pensarem reformas curriculares, dando atenção especial a estas aplicabilidades da comunicação, adequada às novas tecnologias, nossa Comunicação Social pode estar com os dias contados.

Mas deixa estar que, tenho aqui que falar um pouco de Jornalismo de Fonte Aberta (Open-Source Journalism). Bertolt Brecht já afirmava que o rádio seria eterno e absoluto se permitisse que os ouvintes também participassem do processo comunicacional, referindo-se ao método unilateral da radiodifusão (o rádio processa e transmite a informação, e os ouvintes apenas ouvem – mais ou menos isso).

Se Brecht estivesse entre nós ainda hoje, talvez vislumbrasse na internet, e na inserção dos meios de comunicação na rede mundial de comunicação, a eternidade do rádio teorizado por ele teorizado. Pois, não somente o rádio tem seu futuro, e já sua realidade, alicerçado na internet, mas todo o jornalismo e seus mais distintos veículos. O poder de resposta que a Internet oferece aos ouvintes das rádios web, aos leitores dos jornais on line, aos telespectadores das TVs na net, enfim, a todos que acessam de uma forma ou de outras estas mídias virtuais em busca de mais informação, nos leva a “rever conceitos” da comunicação, e principalmente do jornalismo.

O Jornalismo Fonte Aberta é o maior exemplo disso, pois, como o expressado literalmente por sua denominação, as informações passam a ser abertas a todas as pessoas, não somente para a recepção, mas para que cada um de nós possa ser fonte, redator, comentarista, colunista, etc.

Ae galera, estou postando também alguns textos e artigos encontrados na net tratando do assunto, principalmente sobre o que é?, como surgiu?, como funciona?, e o que já se tem hoje nessa área especializada do jornalismo. Atentem para os textos de Ana Maria Brambilla.

Upa pra todos!!!!!!!!!!!!

Fui… (Marcelo Fripp)

Os textos a que o Marcelo se refere e que ele mandou por e-mail podem ser encontrados aqui. 

Para baixar os arquivos:
Clica no arquivo.Vai abrir uma nova página, lá você clica em GO.
Abrirá outra página, onde você terá que esperar alguns segundos para fazer o download, clicando em “Download File”. Pode ser meio incômodo mas é a opção que encontrei no momento.

(editado por Augusto Salla)


Creative commons: você sabe do que se trata?

Agosto 22, 2007

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Agora nessa quinta estaremos discutindo questões em um dos seminários a partir do livro

Cultura Livre de Lawrence Lessig.

O tema está relacionado aos direitos de copyright e também as creative commons, assim é necessário saber um pouco mais sobre esses termos e o que eles implicam na gestão da comunicação e cultura.

Abaixo um pouco sobre o assunto (fonte Wikipédia), mas isso é apenas como ponto de partida pra pesquisa e reflexão.

Creative Commons (também conhecido pela sigla CC) pode denominar tanto um conjunto de licenças padronizadas para gestão aberta, livre e compartilhada de conteúdos e informação (copyleft), quanto a homônima organização sem fins lucrativos norte-americana que os redigiu e mantém a atualização e discussão a respeito das mesmas.

Finalidade das licenças Creative Commons

As licenças Creative Commons foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a égide de uma filosofia copyleft.As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Isso pode ser operacionalizado por meio de um sortimento de módulos standard de licenças, que resultam em licenças prontas para serem agregadas aos conteúdos que se deseje licenciar.Os módulos oferecidos podem resultar em licenças que vão desde uma abdicação quase total, pelo licenciante, dos seus direitos patrimoniais, até opções mais restritivas, que vedam a possibilidade de criação de obras derivadas ou o uso comercial dos materiais licenciados.Nilse Maldaner


A revista veja fez essa semana uma edição especial sobre tecnologia.

Agosto 22, 2007

Ela aborda vários temas que tem sido discutido nas aulas; quem quiser dar uma olhada pode ver no site da revista veja.

Nessa edição são abordados temas como “a vida entre o real e o virtual”, tem também um artigo do Bill Gates, sobre as tendências para os próximos dez anos e uma breve entrevista com Steven Johnson o cara que defende o acesso irrestrito de games e a internet para os jovens, já que eles estimulariam os jovens a pensar, tanto quanto a leitura será?

 

Jeferson- PP.


A importância da Leitura na sociedade contemporânea

Agosto 17, 2007

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Colegas, estou enviando documento para leitura.
Francisco Martins Oliveski
Aluno de Jornalismo


Pra quê isso Estadão?

Agosto 13, 2007

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Essa peça foi lançada no blog EduFlabs. Quer saber por quê?

Por causa da campanha do Estadão que chama todos blogueiros de macacos que só sabem copiar e escreverem bobagens.

O VT da campanha pode ser visto aqui. Aqui no Brainstorm #9 as outras peças podem ser vistas.

Generalização burra e preconceito desesperado de um jornal que pelo jeito, não está sabendo lidar com a concorrência de blogs que já tem tanta credibilidade quanto outros veículos de informação. Profissionais ou não, existem muitos blogs relevantes que trazem visões diferentes sobre os mesmos assuntos. É impressionante como um veículo de imprensa que deveria louvar isso e utilizar essa mesma tecnologia para trazer mais leitores e fidelizar os que já tem faz justamente o contrário.

O conceito da campanha é terrível, e as peças são piores ainda. Mais uma vez, vemos os publicitários fazendo exatamente aquilo que as pessoas tanto os acusam: dividem as pessoas nos desprezíveis e nos bacanas, na galera “cool”. E com aval de um dos grandes jornais do país. Nem tão grande assim, afinal.

É lógico que temos que ter cuidado com as nossas fontes, mas generalizar todos blogueiros é absurdo. O que eles querem? Que paremos de fazer parte da comunidade blogueira e compremos o jornal deles? As pessoas não vão fazer isso. Ainda mais depois dessa campanha.

Augusto Salla - Acadêmico de Publicidade